
sexta-feira, 26 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Monica Vitti: musa imbatível

Só pra registrar: se existe uma uma mulher que acho linda, arrasa-quarteirão, símbolo de beleza, elegância, charme e glamour, ela se chama Monica Vitti.

Na próxima encarnação eu adoraria vir com a cara e o corpo dela. A primeira vez que a vi foi no filme de Antonioni, "O eclipse" em que ela faz uma musa atormentatada e extremamente misteriosa. Aliás, vale ressaltar que ela era musa absoluta do diretor italiano, tendo participado de outras produções do mesmo. Ela participou de sua trilogia sobre a incomunicabilidade que é composta ainda por "A aventura" e "A noite".
Seu verdadeiro nome é Maria Luisa Ceciarelli e nasceu em Roma em 1932.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Desabafo
Toda vez que eu vejo o Marcelo Tas na televisão eu acho que ele é mais um personagem do Orival Pessini. Pra mim, a qualquer hora ele vai puxar aquela máscara de latex que cobre a cabeça dele.
E esse é o Orival Pessini:

Vejam se não tenho razão. Esse é o Marcelo Tas:
E esse é o Orival Pessini:
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separados ao nascer
domingo, 14 de junho de 2009
Christine Yufon: uma ótima professora

Como é a Christine professora?
Sou rígida, exijo muito, mas amo meus alunos. Me sinto muito menos, e por isso eu posso transmitir um pouquinho mais. Quando você se sente menos, você é mais.
Como é a sua aula?
Ajudo as pessoas a sustentar suas vidas no caminho positivo. Quando as alunas chegam eu pergunto: “Você é casada, descasada, chutada, chutou muito?”. Porque tudo é bagagem. Às vezes você foi muito chutada e se torna mais forte. Nossos erros e conquistas servem de bagagem para irmos pra frente. Na aula passo a minha experiência de vida e os alunos aproveitam.
A senhora pensa em parar de trabalhar?
Não. Se não trabalho, penso que perdi um dia na minha vida. Ouço as pessoas falarem: “Férias, que maravilha!”. Férias me deixam triste. Gosto da minha rotina, do meu trabalho, da minha vida como ela é.
Qual a lição mais preciosa que a senhora ensina para suas alunas?
Nunca jogar sua personalidade fora. A pessoa não pode perder a essência. Ensino a encontrar o equilíbrio não só em passarelas, mas na vida. Uma postura equilibrada pode mudar a vida. Quando percebo que alguém está desequilibrado eu digo: “Volte, volte para si!”. Puxo a orelha mesmo. Está tudo lá, não está fora, é só equilibrar.
Trechos da entrevista dada à revista TPM. Entrevista completa no site: http://revistatpm.uol.com.br/revista/88/paginas-vermelhas/christine-yufon/page-1.html
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sábado, 6 de junho de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
A hora de G.H

Faz tempo que não escrevo, sinto falta,mas minha obrigações acadêmicas estão me consumindo. Pelo caminhar das coisas, esse blog corre um sério risco de tornar-se o "Diário de uma mestranda" pois é torno disso que tenho vivido ultimamente.
Ainda sobre este tema, esta semana vivi um dos momentos mais bonitos desse percurso. Na terça-feira fui assistir uma defesa na UFC. O título do trabalho era: "Uma alegria difícil: A paixão segundo G.H de Clarice Lispector" de Wesclei Ribeiro da Cunha com orientação da professora dra. Odalice de Castro Silva. Não por acaso, meu orientador, prof. dr. Ruberval Ferreira também fez parte da banca.
O que parecia ser uma mera formalidade exigida pelos protocolos acadêmicos, acabou tornando-se uma momento de aprendizagem singular e de emoção única.
Tudo ocorreu comme il faut: a defesa do aluno, as observações e questionamentos da banca acerca do tema proposto, o debate entre todos. O trabalho muito bem feito do aluno realmente justificava os elogios recebidos. Tudo parecia rumar para o desfecho de sempre, porém, no final a professora orientadora tomou a palavra e começou a falar das dificuldades ao longo da feitura deste trabalho, dos esforços concentrados nesses dois anos de pesquisa, de quão é difícil dedicar-se ao trabalho intelectual neste país e da quase impossibilidade por parte da grande maioria da população deste país chegar à universidade. Pra quem está de fora, esse discurso pode parecer demagógico e batido, mas para quem vive esta realidade e sente na pele essa situação, é impossível não se comover. Foi bonito testemunhar o desfecho de um trabalho conjunto feito com tanta dedicação, esforço e sintonia. E todos realmente que estavam presentes sentiram-se tocados com esse encerramento.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Educação x Formação

Hoje vou fugir um pouco dos temas recorrentes deste blog, mas que não é tão distante assim, afinal vou falar de educação e elegância.
Como já falei em outros posts, eu faço mestrado. Como sou bolsista da Capes, não posso ter vínculos empregatícios o que faz da minha vida de estudante, minha atual profissão e maior (pre)ocupação.
Por conta disso, devo participar de congressos, apresentar comunicações e escrever artigos. Minha rotina é essencialmente ler muito, escrever bastante e sempre que possível, observar pessoas e comportamentos neste meio acadêmico. Confesso que gosto muito disso e procuro fazer minhas obrigações da melhor forma possível. Sou comprometida e realmente levo a sério o que faço.
Mas às vezes me deparo com situações, no mínimo, lamentáveis.
No fim do mês passado fui apresentar um trabalho em um evento organizado pelas duas maiores universidades públicas do meu estado (Ceará). A coisa era assim organizada: 8 pessoas apresentavam suas comunicações que deveriam durar no máximo 15 minutos (10 para a apresentação e 5 para responder eventuais perguntas da platéia). Reza a lei da educação que devemos chegar pontualmente e independentemente da ordem de sua apresentação, ficar até o fim para prestigiar o trabalho dos outros participantes. Para minha surpresa, mesmo tendo solicitado, não havia data-show (e nada além de cadeira e mesa), o que tornou minha apresentação (e de outros colegas) mais pobre em recursos. Fui a primeira a apresentar, em seguida vieram dois colegas que padeceram do mal da falta de recursos. Eis que quando a quarta participante (uma professora doutora da UFC e seus alunos-bolsistas) vai apresentar sua pesquisa, ela saca um data-show para enriquecer a exposição de sua pesquisa. (Choque! Como assim? Todo mundo aqui sem nada e ela não se oferece para ajudar?). E como nada é tão ruim que não possa ser piorado, ao final de sua apresentação (apesar dos pedidos de um colega que iria falar posteriormente que caiu na besteira de pedir que ela deixasse o computador montado), a bonita simplesmente arrumou as malas e foi-se embora faltando ainda a apresentação de 4 pessoas.
Daí eu fico aqui pensando, do que adianta a universidade formar mestres, doutores, pós-doutores, pessoas que teoricamente são a nata da educação do país se essas pessoas não procuram desenvolver a educação, a gentileza, a solidariedade (ou pelo menos, o mínimo de civilidade)?
Como nós podemos sonhar com um país mais civilizado se quem está no topo da pirâmide da educação se comporta dessa forma? Lamentável, professora Emília!
Por conta disso, devo participar de congressos, apresentar comunicações e escrever artigos. Minha rotina é essencialmente ler muito, escrever bastante e sempre que possível, observar pessoas e comportamentos neste meio acadêmico. Confesso que gosto muito disso e procuro fazer minhas obrigações da melhor forma possível. Sou comprometida e realmente levo a sério o que faço.
Mas às vezes me deparo com situações, no mínimo, lamentáveis.
No fim do mês passado fui apresentar um trabalho em um evento organizado pelas duas maiores universidades públicas do meu estado (Ceará). A coisa era assim organizada: 8 pessoas apresentavam suas comunicações que deveriam durar no máximo 15 minutos (10 para a apresentação e 5 para responder eventuais perguntas da platéia). Reza a lei da educação que devemos chegar pontualmente e independentemente da ordem de sua apresentação, ficar até o fim para prestigiar o trabalho dos outros participantes. Para minha surpresa, mesmo tendo solicitado, não havia data-show (e nada além de cadeira e mesa), o que tornou minha apresentação (e de outros colegas) mais pobre em recursos. Fui a primeira a apresentar, em seguida vieram dois colegas que padeceram do mal da falta de recursos. Eis que quando a quarta participante (uma professora doutora da UFC e seus alunos-bolsistas) vai apresentar sua pesquisa, ela saca um data-show para enriquecer a exposição de sua pesquisa. (Choque! Como assim? Todo mundo aqui sem nada e ela não se oferece para ajudar?). E como nada é tão ruim que não possa ser piorado, ao final de sua apresentação (apesar dos pedidos de um colega que iria falar posteriormente que caiu na besteira de pedir que ela deixasse o computador montado), a bonita simplesmente arrumou as malas e foi-se embora faltando ainda a apresentação de 4 pessoas.
Daí eu fico aqui pensando, do que adianta a universidade formar mestres, doutores, pós-doutores, pessoas que teoricamente são a nata da educação do país se essas pessoas não procuram desenvolver a educação, a gentileza, a solidariedade (ou pelo menos, o mínimo de civilidade)?
Como nós podemos sonhar com um país mais civilizado se quem está no topo da pirâmide da educação se comporta dessa forma? Lamentável, professora Emília!
Outra coisa triste (agora do ponto de vista fashion): Fortaleza é uma cidade quente, quase um verão o ano inteiro,mas nada justifique o fato das pessoas andarem como se a cidade em todo o seu perímetro urbano fosse um balneário. Acreditem, tem gente que vai apresentar trabalhos de bermuda e havaianas. Meu povo, se adequem ao lugar e à ocasião. Como uma pessoa vai passar seriedade, credibilidade, se ela vai para a universidade toda esmulambada como quem acabou de fazer faxina em casa?Havaianas são bonitas, são fashion (tenho várias, mas que me acompanham em casa e na praia), mas tudo tem limite, existem marcas de sapatos boas, a preços módicos, é só procurar.
Agora me veio a seguinte dúvida: é impressão minha, ou nossa elite pensante é bem chinelinho no dedo (literal e\ou metaforicamente) falando?
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Kate Moss e Balmico
A maioria das mulheres vive em guerra com a balança. Eu particularmente gostaria de perder uns 4 quilos.
Conselho: se comprar roupa apertada, não sente, não se mexa e respire com parcimônia!
Encarar compras e provadores às vezes é revoltante, pois os espelhos megailuminados entregam todos os excessos adiposos e "gordurísticos". Nisso a gente embarca numas de querer emagrecer djá, de voltar a usar manequim 36, 38, mesmo sabendo que a realidade é outra. Volta e meia a gente cai na armadilha de comprar um número menor achando que com um regiminho,vamos caber perfeitamente naquele vestido, naquela calça.
Kate Moss também caiu nessa esparrela e olha no que deu, na primeira sentadinha o Balmain "mara" dela se rasgou e o pneuzinho saltou!
Conselho: se comprar roupa apertada, não sente, não se mexa e respire com parcimônia!PS: essa foto eu peguei no site http://www.fashionismo.com.br/ (blog ótimo, por sinal)
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Family Pool

Porque hoje acordei com vontade de ser rica!
Foto de Slim Aarons
Galeria completa no site: http://www.photographersgallery.com/
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Arezzo-me!

O que é bom, bem feito, é pra ser reconhecido.
Dos meus 20 aos 27 anos eu praticamente só comprava em uma loja de sapatos, a Arezzo. Nessa época eu não tinha sido picada pelo bichinho da Carrie Bradshaw e sapato pra mim era só um complemento.
Depois fui me apaixonando e hoje compro em uma freqüência maior. No meu armário tem muito salto (sapatos e sandálias),mas no momento tenho usado muita rasteira e sapatilha acompanhando vestidos que antes não tinham muita vez comigo.
Pois bem, minhas últimas aquisições sapatísticas foram das marcas: City Shoes, Andarella, Guapa Loca e Mr. Cat. Quando fui à São Paulo mês passado comprei no Empório Naka e no Jorge Alex.
Pois bem, essa semana passando pelo shopping, acabei parando na vitrine e depois de alguns anos de ausência, me interessei por uma sandália da Arezzo. Gostei , mas o modelo não tinha do tamanho do meu pé (porém a vendedora conseguiu encontrar um par em outra filial e disse que poderia reservar se eu quisesse). Porém, encontrei outro modelo ainda mais bonito e pra minha sorte tinha no tamanho 34 (sim, eu sou baixinha). Comprei.
Posso dizer que minha ida a Arezzo foi uma experiência 100% positiva. A vendedora (o nome dela é Gislaine e é a loja do Iguatemi- Fortaleza em frente à Riachuelo) foi ótima, como (infelizmente) há tempos não encontrava. Foi supersolícita, entendeu o que eu buscava e procurou tudo o que se encaixava no meu gosto. A sandália, além de linda é de uma maciez e conforto que até agora, sinceramente eu não encontrei em nenhuma das marcas que citei anteriormente. Fazia tempo que não ficava tão feliz e encantada com uma aquisição sapatística. O preço não é barato, mas pela qualidade do produto e pelo atendimento decente, com certeza vale a pena o que foi cobrado.Recomendo!
A Arezzo reconquistou meu coração e meu pé. Nesse caso, vale a pena investir na qualidade e pensar menos em quantidade.
Dos meus 20 aos 27 anos eu praticamente só comprava em uma loja de sapatos, a Arezzo. Nessa época eu não tinha sido picada pelo bichinho da Carrie Bradshaw e sapato pra mim era só um complemento.
Depois fui me apaixonando e hoje compro em uma freqüência maior. No meu armário tem muito salto (sapatos e sandálias),mas no momento tenho usado muita rasteira e sapatilha acompanhando vestidos que antes não tinham muita vez comigo.
Pois bem, minhas últimas aquisições sapatísticas foram das marcas: City Shoes, Andarella, Guapa Loca e Mr. Cat. Quando fui à São Paulo mês passado comprei no Empório Naka e no Jorge Alex.
Pois bem, essa semana passando pelo shopping, acabei parando na vitrine e depois de alguns anos de ausência, me interessei por uma sandália da Arezzo. Gostei , mas o modelo não tinha do tamanho do meu pé (porém a vendedora conseguiu encontrar um par em outra filial e disse que poderia reservar se eu quisesse). Porém, encontrei outro modelo ainda mais bonito e pra minha sorte tinha no tamanho 34 (sim, eu sou baixinha). Comprei.
Posso dizer que minha ida a Arezzo foi uma experiência 100% positiva. A vendedora (o nome dela é Gislaine e é a loja do Iguatemi- Fortaleza em frente à Riachuelo) foi ótima, como (infelizmente) há tempos não encontrava. Foi supersolícita, entendeu o que eu buscava e procurou tudo o que se encaixava no meu gosto. A sandália, além de linda é de uma maciez e conforto que até agora, sinceramente eu não encontrei em nenhuma das marcas que citei anteriormente. Fazia tempo que não ficava tão feliz e encantada com uma aquisição sapatística. O preço não é barato, mas pela qualidade do produto e pelo atendimento decente, com certeza vale a pena o que foi cobrado.Recomendo!
A Arezzo reconquistou meu coração e meu pé. Nesse caso, vale a pena investir na qualidade e pensar menos em quantidade.
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